A utilização do radar meteorológico, instalado em Mateus Leme, tem sido uma ferramenta estratégica da Cemig para a operação do sistema elétrico, bem como para o monitoramento das represas das usinas. Através dos dados emitidos pelo radar, juntamente com outros instrumentos de informações, como sistema de localização de tempestades e raios, imagens de satélites e estações terrenas à beira dos rios, é possível fazer uma previsão do tempo e ter maior precisão sobre as chuvas.
Para uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), a utilização do radar é ainda mais relevante, pois como o equipamento prevê as chuvas das próximas horas, a elevação no nível de uma PCH pode acontecer muito rápido e assim a Cemig pode ter maior controle da situação e sobre como irá atuar.
Viabilizado com recursos próprios da Cemig, da ordem de R$ 10 milhões, o radar meteorológico consegue captar dados de forma mais precisa a um raio de 200 km, informando a intensidade das chuvas e se haverá queda de granizo. Acima dessa distância e até 400 km, o radar capta dados menos precisos, como apenas se haverá chuva, sem quantificar o volume.
Este radar poderia ser usado para alertar a população em tempo real sobre as tempestades, como o sistema AlertaRio no site Climatempo?
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